Neurologista, Neurofisologista Clínica, Neurossonologista/doppler transcraniano e Medicina do Sono. Especializada em investigar sintomas neurológicos, alterações do sono e funcionamento do sistema nervoso.
Neurologista, Neurofisologista Clínica, Neurossonologista/doppler transcraniano e Medicina do Sono. Especializada em investigar sintomas neurológicos, alterações do sono e funcionamento do sistema nervoso.
Sou médica especialista em Neurologia, com formação em Neurofisiologia Clínica, Medicina do Sono e Doppler Transcraniano.
Universidade do Oeste Paulista - Unoeste.
Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP.
Reconhecido pela AMB e pela Academia Brasileira de Neurologia.
Formação pela FAMERP e título pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica.
Formação complementar em Medicina do Sono pela ABORL.
Academia Brasileira de Neurologia sob auspícios do Grupo de Pesquisa em Neurossonologia da World federation of Neurology.
Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM).
Sintomas persistentes ou diferentes do habitual merecem uma avaliação especializada.
Durante a consulta, conversamos sobre o que você está sentindo, realizo a avaliação neurológica e oriento os próximos passos de acordo com o seu quadro.
Conversamos sobre sua queixa, quando os sintomas começaram e como eles afetam sua rotina.
Avalio aspectos como força, sensibilidade, reflexos, equilíbrio, memória e movimentos.
Quando necessário, solicito exames de acordo com os sintomas e o histórico clínico.
Explico os resultados e oriento o tratamento e o acompanhamento indicado para você.
Exames neurológicos
Consiste em um aparelho de Doppler que funciona através de ondas ultrassonoras pulsáteis na frequência de 2 MHz, com um pequeno transdutor que será encostado em pontos estratégicos determinados na cabeça do paciente, para análise do perfil de ondas obtidas pela insonação das artérias do polígono de Willis (principal circuito de artérias do cérebro).
O exame de DTC revelará informações sobre a hemodinâmica do paciente relativa aos vasos insonados, podendo o neurologista obter dados inclusive das artérias carótidas internas e microcirculação cerebral, ou mesmo detectar êmbolos (fragmentos de placas de colesterol e coágulos circulantes no sangue). Não há administração de contraste. É um exame totalmente não-invasivo e confortável para o paciente e pode ser repetido ou mesmo monitorar procedimentos cirúrgicos ou tratamentos medicamentosos.
O exame de DTC já vem sendo realizado em caráter rotineiro em diversos hospitais ou em emergências clínicas.
O Mapeamento cerebral (“Brain Mapping”) e realizado da mesma maneira que o eletroencefalograma tradicional, porem consiste em uma análise quantitativa da atividade elétrica cerebral (EEGq) utilizando recursos da informática na avaliação do EEG e permitindo a quantificação dos dados, comparando variações inter e intra- hemisféricas e processando em formas de tabelas, gráficos e figuras, auxiliando a interpretação dos dados obtidos. Este estudo quantitativo da atividade elétrica cerebral tem importância no estabelecimento do prognóstico das epilepsias, além de ser útil para o acompanhamento evolutivo da atividade elétrica cerebral em casos de demências vascular, Alzheimer, traumatismo de crânio e intoxicações.
O exame de vídeo eletroencefalograma (vídeo EEG) é realizado da mesma maneira que eletroencefalo tradicional, porém concomitante há um registro simultâneo em vídeo. O Video EEG pode ser prolongado, com duração de poucas horas até dias, de acordo com a indicação médica, em média tem duração de 24 horas e deve ser realizado em ambiente de monitorização hospitalar. Crianças também podem realizar esse exame, e muitas vezes auxilia de forma importante na definição das peculiaridades crises epilépticas que ocorrem na infância.
A atividade cerebral e as imagens são analisados por um médico especialista em neurofisiologia.
O vídeo EEG auxilia o médico a definir se as manifestações apresentadas pelo paciente são de natureza epiléptica ou não e permitir melhor abordagem terapêutica.
Por ser um exame prolongado é extremamente útil para documentar características clínicas das crises convulsivas (epilépticas), e determinar a localização, o início e a propagação dos distúrbios epileptiformes, dessa forma sendo possível determinar e classificar corretamente diferentes tipos de crises epilépticas, possibilitando o diagnóstico, tratamento clínico ou cirúrgico, assim como o seu prognóstico.
E um procedimento não invasivo, não doloroso, onde o paciente é mantido em constante monitorização, com registro contínuo da atividade elétrica cerebral e supervisão médica, o que possibilita elucidar um evento paroxístico assistido e relatado por familiares ou pelo paciente determinando sua natureza, epiléptica ou não.
Para maiores esclarecimentos procure o seu Neurologista.
O EEG é um exame que registra a atividade elétrica cerebral espontânea, captada através da utilização de eletrodos colocados em determinados pontos anatômicos sobre o couro cabeludo.
O objetivo desse exame é obter uma analise da atividade elétrica cerebral para o diagnóstico de eventuais anormalidades dessa atividade.
Deve ser realizado através da colocação de eletrodos no couro cabeludo, com pontos delimitados e demarcados, com auxílio de uma pasta condutora, ou com colódio que, além de fixá-los, permite a aquisição adequada dos sinais elétricos que constituem a atividade elétrica cerebral.
O registro deve ser realizado de forma espontânea com o paciente acordado (vigília), e quando possível, essa atividade também deve ser registrada durante a sonolência e o sono, dessa maneira aumentando a sensibilidade do exame. O ambiente deve ser calmo, com pouca iluminação, temperatura moderada para o relaxamento do paciente, com duração mínima de 20 minutos.
Em crianças que apresentam comportamentos reativos à realização do exame, o mesmo só é possível após leve sedação. Nesse caso, o registro é feito durante o sono induzido. No final do exame, a criança é despertada para realização do registro durante a vigília.
O EEG e um exame seguro na maioria das vezes. Durante o exame são realizados métodos de ativação como hiperventilação e fotoestimulação intermitente (FEI), e raramente o paciente pode apresentar crises epilépticas durante as provas.
O estudo polissonográfico de noite inteira realizado no laboratório constitui-se no método diagnóstico padrão ouro para os distúrbios respiratórios do sono. A polissonografia consiste no registro simultâneo de alguns parâmetros fisiológicos durante o sono, tais como eletroencefalograma (EEG), eletrooculograma (EOG), eletromiograma (EMG), eletrocardiograma (ECG), fluxo aéreo (nasal e oral), esforço respiratório (torácico e abdominal), gases sanguíneos (saturação de oxigênio; concentração de dióxido de carbono), entre outras.
O exame pode ser realizado também com CPAP (máscara que proporciona pressão positiva nas vias aéreas) para o tratamento de quadros de apnéia do sono. A polissonografia e realizada durante a noite com o objetivo de reproduzir o sono fisiológico do paciente, e o mesmo não recebe nenhuma medicação no laboratório (ele deve continuar com a sua medicação habitual).
“A Dra Camila é muito atenciosa, investiga tudo, pede vários exames antes de dar um diagnóstico e medicação. A estrutura é boa e a equipe é eficiente. Recomendo.”
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Consulta exclusivamente particular.
Exames cobertos pela Unimed, conforme cobertura do plano.
O T-Sculptor Plus atua por meio de ondas eletromagnéticas que promovem contrações musculares intensas, contribuindo para o fortalecimento e aumento da densidade das fibras musculares. Ao mesmo tempo, pode favorecer a redução do tecido adiposo e das medidas corporais, auxiliando na melhora do contorno e da definição corporal. Em pacientes com lipedema, sua utilização pode ser considerada como recurso complementar, especialmente com o objetivo de fortalecimento muscular e melhora da composição corporal, sempre mediante avaliação individualizada e acompanhamento de profissional habilitado, não substituindo o tratamento específico do lipedema.
O laser transdérmico para varizes é um tratamento minimamente invasivo realizado através da pele, sem cortes, especialmente indicado para vasinhos e pequenas varizes superficiais. A energia do laser é absorvida pelo sangue, promovendo o fechamento progressivo do vaso, que posteriormente é reabsorvido pelo organismo.
O Easy Viewer é uma tecnologia de realidade aumentada para visualização de veias superficiais, que projeta sobre a pele uma representação do trajeto venoso em tempo real. Na avaliação de varizes, auxilia na identificação e localização das veias, facilitando o planejamento e a demonstração do tratamento ao paciente. É um recurso não invasivo, rápido e visual, utilizado como complemento à avaliação vascular.
Duplex Scan ou Ultrassom Doppler das artérias ou veias é um exame que permite a visualização e análise da anatomia e funcionamento das artérias/veias em todo o seu percurso, através da utilização do ultrassom. Um sensor denominado “transdutor” é colocado em contato com o membro do paciente com o auxílio de um gel condutor e uma imagem é gerada e analisada no monitor. O Doppler permite a medida das velocidades dentro dos vasos e auxiliam no diagnóstico das obstruções.
O exame não apresenta contraindicação e não necessita de preparo adicional ou de suspensão de medicamentos de uso habitual. Indicações mais frequentes:
A embolização endovascular é um procedimento cirúrgico utilizado para tratar vasos sanguíneos anormais encontrados no cérebro ou em outras áreas do corpo. Este procedimento é uma alternativa à cirurgia aberta. Ela bloqueia os vasos, interrompendo o fluxo sanguíneo para a área.
Possibilidades para embolização endovascular:
A embolização endovascular pode ser usada como a única forma de tratamento ou como um preparo de outra cirurgia. O bloqueio do fluxo de sangue para uma área danificada pode tornar a cirurgia mais segura. O procedimento é seguro e dependendo da doença, pode ser realizado apenas com anestesia local.
A Trombose Venosa Profunda (TVP) é a doença causada pela coagulação do sangue no interior das veias – vasos sangüíneos que levam o sangue de volta ao coração. As veias mais comumente acometidas são as dos membros inferiores (cerca de 90% dos casos). Os sintomas mais comuns são o inchaço e a dor.
É uma patologia mais freqüente em pessoas portadoras de certas condições predisponentes – uso de anticoncepcionais ou tratamento hormonal, tabagismo, presença de varizes, pacientes com insuficiência cardíaca, tumores malignos, obesidade ou a história prévia de trombose venosa.
Outras situações são importantes no desencadeamento da trombose: cirurgias de médio e grande portes, infecções graves, traumatismo, a fase final da gestação e o puerpério (pós-parto) e qualquer outra situação que obrigue a uma imobilização prolongada (paralisias, infarto agudo do miocárdio, viagens aéreas longas, etc). Entre as condições predisponentes é importante citar ainda a idade avançada e os pacientes com anormalidade genética do sistema de coagulação.
A TVP pode ser de extrema gravidade na fase aguda, causando embolias pulmonares muitas vezes fatais (embolia pulmonar é causada pela fragmentação dos coágulos e a migração destes até os pulmões, entupindo as artérias pulmonares e gerando graves problemas cardíacos e pulmonares).
Na fase crônica, após dois a quatro anos, os principais problemas são causados pela inflamação da parede das veias que, ao cicatrizarem, podem levar a um funcionamento deficiente destes vasos sangüíneos.
O exame mais utilizado para o diagnóstico da TVP é o Eco Color Doppler.
O tratamento é feito com substâncias anticoagulantes (impedem a formação do trombo e a evolução da trombose) ou fibrinolíticos (destroem o trombo).
Por que devo fazer a escleroterapia com um médico angiologista/cirurgião vascular?
Porque somente o angiologista e/ou cirurgião vascular são especialistas na doença varicosa e poderão diagnosticar corretamente o problema. Somente ele saberá, com segurança, qual a melhor técnica a ser empregada em cada caso, e a verdadeira dimensão de suas varizes (elas podem ser um problema maior do que aparentam e requerer tratamento cirúrgico, por exemplo).
Quais os riscos de se fazer o procedimento com profissional não especializado?
Embora o método seja aparentemente simples, não está isento de complicações gerais e locais, quando realizado por não especialista. Pior ainda quando não médico. Entre essas complicações estão: feridas (úlceras de difícil cicatrização), manchas escuras, flebites superficiais ou trombose venosa profunda (formação de coágulo em uma veia superficial ou veia profunda não esperada). Apenas o médico especializado tem capacidade para tratar corretamente esse problema.
Quais são os tipos de tratamento para varizes?
Escleroterapia com substância líquida – É feita através da aplicação de uma injeção com produto esclerosante diretamente nas varizes. A escleroterapia de varizes pode ser realizada com produtos disponíveis no mercado. O médico angiologista /cirurgião vascular saberá escolher o melhor para cada caso.
Escleroterapia com espuma – Está reservada para certos casos especiais e consiste em aplicar uma substância esclerosante, em forma de espuma densa, diretamente nas varizes.
Escleroterapia a laser – Em geral, é utilizada em associação com a escleroterapia líquida ou espuma. O laser trata as varizes por cauterização enquanto a escleroterapia líquida ou espuma trata por inflamação do vasinho. A escleroterapia a laser não é recomendada para pessoas de pele negra ou muito bronzeadas.
Quais são as consequências de varizes não tratadas?
A doença varicosa, seja ela de que tamanho for, não pode ser considerada apenas um problema de desarmonia das pernas. Quando não tratadas, as varizes podem desencadear, ao longo da vida, sérios problemas de saúde. Entre esses, tromboflebites, tromboses venosas e até embolia pulmonar. Além disso, a doença venosa crônica pode, com o passar do tempo, levar ao escurecimento, eczema e hemorragias (sangramentos espontâneos) na perna acometida, culminando com a úlcera varicosa, que quase sempre é de difícil tratamento.
As varizes são veias superficiais dilatadas, cilíndricas ou saculares, tortuosas e alongadas, caracterizando uma alteração funcional da circulação venosa do organismo, com maior incidência no sexo feminino.
As principais queixas clínicas dos pacientes são: dor tipo “queimação” ou “cansaço”, sensação das pernas estarem pesadas ou ardendo, edema (inchaço) das pernas, principalmente ao redor do tornozelo, que, freqüentemente, melhoram com a elevação dos membros inferiores e agravam-se no fim do dia, quando se permanece por longo tempo em pé ou sentado, no calor, nos períodos próximo ou durante a menstruação e também durante a gravidez.
Dicas úteis para evitar varizes:
O tratamento específico e, depende da veia a ser tratada, podendo ser por escleroterapia ou cirúrgico.
Angioplastia é um procedimento realizado com anestesia local e por punção arterial (sem cortes) o cateter é inserido na artéria que servirá de via (caminho) com o objetivo de restaurar o fluxo arterial. Durante o procedimento pode ser necessário o implante de Stent, uma malha metálica que mantem a sustentação da parede arterial, e-ou dilatação com balão. Geralmente indicado para pacientes que apresentam ulceras de difícil cicatrização ou dor para caminhar por suprimento sanguíneo precário.
É a dilatação anormal da parede de artérias periféricas, como a femoral, a da virilha, a carótida, a do pescoço e a dos braços. É mais difícil de romper, mas pode gerar um coágulo e impedir a passagem de sangue, comprimir um nervo ou uma veia próxima, causando dor, formigamento e inchaço.
Prevenção: assim como o aneurisma de aorta, não há prevenção. É preciso realizar exames de diagnóstico. Costuma ser descoberto em exames de checkup ou na investigação de outras doenças. Por isso é importante um exame clínico detalhado.
É a dilatação anormal da parede da aorta, maior artéria do corpo e responsável por transportar sangue rico em oxigênio para todo o organismo. Ao se romper pode causar a morte. As estimativas apontam que o problema acomete 5% dos homens e 1% das mulheres acima de 55 anos.
Prevenção: é preciso verificar seus fatores de risco e realizar exames de diagnóstico (ultrassom), pois a doença é assintomática.
Entre os fatores de risco estão:
O tratamento dependendo do tamanho pode ser clínico ou cirúrgico. Atualmente, a correção endovascular (percutânea) tem sido preferida em função de menor índice e complicações pós operatórias.
É uma subespecialidade da cirurgia vascular cujo tratamento das doenças circulatórias, utiliza cateteres e guias, manipulados à distância e monitorados por telas (monitores). A cirurgia endovascular tem como objetivos principais minimizar a agressividade cirúrgica, evitando-se as grandes incisões e as cicatrizes.
Através destas técnicas é possível o tratamento de doenças arteriais e venosas. As patologias arteriais tratadas são as obstrutivas, conhecidas como obstrução à passagem do sangue (‘trombose’), ou as dilatações (aneurismas). Para as obstruções utilizamos o cateter-balão e os “stents” (pequena estrutura metálica usada para manter o vaso no calibre desejado) e para o tratamento dos aneurismas utilizamos as endopróteses (estrutura metálica com revestimento).
As doenças venosas, como a trombose venosa profunda, também podem ser tratadas pela técnica, possibilitando a recanalização do vaso.